É possível reduzir o valor do frete de carga? Descubra agora

Reduzir o valor do frete de carga é um dos desafios em relação aos custos referentes à operação logística. Justamente essa representa preocupação constante para empresas que atuam no setor.

Os clientes sempre esperam serviços mais qualificados, prazos de entrega cada vez menores e preços mais acessíveis. O desafio reside em atender a essas demandas sem colocar a estabilidade financeira da transportadora em risco.

Para ajudar você a tornar a operação mais eficiente, elaboramos este artigo. Nele trazemos 5 dicas para você a descobrir como é possível a reduzir o valor do frete de carga. Confira!

1. Roteirização do trajeto

A roteirização é um fator do processo de logística comum a empresas que dispõem de frota própria e a prestadoras de serviços. Isso quer dizer que programar coletas para diversos fornecedores em rotas pré-estabelecidas pode resultar em economia. Isso é viabilizado pelo fato de que a quilometragem, o consumo de combustível para o percurso e os postos de pedágios já são conhecidos e podem ser provisionados.

Uma das técnicas para colocar o controle das rotas em prática é conhecida como Milk Run. Resumidamente, o método consiste na disponibilização de um veículo exclusivo para coletar materiais nos fornecedores localizados em uma mesma região. Isso resulta em lotes recebidos de maneira programada, em quantidades específicas para ocupar a capacidade máxima de carga.

2. Otimização do volume de carga

Um dos indicadores mais importantes para o processo logístico se preocupa com o volume de carga transportada e como ela se relaciona com o custo por unidade ou por tonelada. A taxa de ocupação estabelece que quanto maior o volume total embarcado no veículo, menor será o custo unitário.

Ou seja, recomenda-se que as empresas optem por utilizar a capacidade máxima do veículo, de maneira segura, para que obtenham o valor do frete mais barato. As transportadoras devem mensurar o volume ideal de carga transportada, seja por peso, número de caixas ou quantidade de paletes acomodadas no caminhão.

3. Adoção de modais alternativos

Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), 60% das cargas brasileiras circularam pelo modal rodoviário. Porém, a malha viária do país não possui infraestrutura suficiente para lidar com o volume de veículos em circulação. Os problemas de logística são agravados pelas condições precárias das estradas.

Por essa razão, a adoção de modais de transportes alternativos tem vital importância para reduzir o valor do frete de carga. As ferrovias, por exemplo, podem ser utilizadas para o transporte de materiais pesados, como é o caso do escoamento da produção de minério. O transporte marítimo é ideal para exportação e importação de cargas. Já o aéreo é relativamente mais caro, mas pode ser utilizado para o transporte de cargas pequenas e em caráter de urgência.

4. Planejamento antecipado

O planejamento logístico de uma empresa envolve a adoção de medidas para prevenir imprevistos e eleger alternativas viáveis. O papel da área de transportes tem ligação com a cadeia de suprimentos. Por essa razão, é preciso acompanhar a quantidade de materiais nos armazéns e definir os estoques mínimos de segurança. Esse controle permite programar a colocação de pedidos para os fornecedores, tendo em vista os prazos de entrega.

5. Desenvolvimento de fornecedores

O que onera significativamente os custos das empresas com a operação logística é a distância percorrida entre elas e os fornecedores. Esse aspecto existe em razão da cobrança dos serviços de entrega que utiliza como parâmetro as faixas de quilometragem. Essa é uma taxa fixa na formação do preço de frete e representa que quanto mais longa a rota, mais oneroso será o serviço.

Uma das opções para reduzir o impacto da distância é adotar o desenvolvimento de fornecedores para atender suas demandas. Essa técnica busca identificar as empresas aptas para abastecimento na mesma região em que o empreendedor está localizado e criar um relacionamento com o intuito de aprimorar a operação de ambos. O objetivo é garantir a qualidade e reduzir os prazos de entrega.

Com essas medidas, é possível reduzir o valor do frete de carga e aumentar a lucratividade.

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Danilo Guedes

Danilo Guedes

Danilo Guedes, CEO da ABC Cargas, formado em gestão logística pela FAAP e com MBA em gestão empresarial pela FIA-USP, atua na área de transporte há mais de 20 anos, sempre buscando oferecer ao mercado um alto padrão de qualidade e inovação.

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